Daniela Isadora Morgan: A vingança de uma Bruxa.

0 comentários

Passados anos chorando, ouvindo meus gemidos pós lágrimas, quando já não tinha as mesmas.
As noites passadas enrolada nas cobertas, abraçada ao travesseiro, o único amigo que me entendia, e que enxugava minhas lágrimas.
A voz escondida entre uma boca fechada, com medo de se libertar, e dizer o que sentia. Com medo de sofrer, e arcar com as consequências dolorosas.
Repetindo-se dia pós dia, noite pós noite, verão pós verão, inverno pós inverno.
Sem a primavera chegar, sem o outono fazer com que seus ventos levassem a tristeza sumisse.
Assim minha vida passava, de tempos em tempos. Crescimento seguido de sorrisos falsos, motivos e obsessões misteriosas.
Minha vida.
Meus desejos.
Meus medos.
Minhas ambições.
Meu futuro....
✡ Daniela Isadora Morgan ✡




As Cores

0 comentários

Tentei mudar cada detalhe da minha vida depois do ocorrido...
Sinto medo dos céus, mas percebo que você estará ao meu lado se eu cair...
Talvez não ao meu... Somente os dos amigos que você considerava...
Você me percebia, ao menos?
Não importa... Eu o respeitava...
Choro ao ouvir a música.... E sinto vontade de poder uma vez mais te ver e poder abraçar-te, poder dizer a você o quanto o respeitei...
Picão, sentimos muito sua falta!



Diego. (Diário de Catalina) Parte 3/ Apresentações

0 comentários

"Caminhando até o ginásio, eu e as meninas encontramos Diego.
- Diiiiiiiii! - Sai correndo e dei um pulo em cima de Diego: Meu melhor amigo.
Não não, não é meu namorado.
É melhor amigo mesmo.
Uma amizade vinda da infância. Desde bebês, no berço. Sério. Nossos pais eram colegas de classe, e moravam no mesmo condomínio. Era uma amizade pré-destinada. Uma amizade que marcaria a história.
- Cah! E ai, maninha, tudo bem? - Diego era, sinceramente, lindo! E, realmente, fofo!!
Cabelos loiros, curtos, com a franja passando-lhe pelos olhos. Os olhos penetrantes, castanhos, bonitos, sinceros... Meu maravilhoso amigo Diego nunca mentiu para mim. Sempre foi sincero, e sabe todos meus segredos.
- Ah, ótima, tive uma guerra de livros com a Angélica. Foi massa, tava super irritada ela. - Sorri e soltei-o. 
- HaHa, ela é má! - Carmem se apoiou em meu braço.
"Essa Cah se jogando em cima do Diego.. Hum, e diz ser só amizade!" Ouvi Carolina falando, e no mesmo momento dei um grito
- Qualé, Carol, poxa! 
Risadas se seguiram das duas irmãs.
Menos Diego e eu, que nos afastamos e ficamos no minímo 2 metros longe de cada um..."

Carolina e Carmen (Diário de Catalina) Parte 2/ Apresentações

0 comentários

"Depois de uma certa briga na sala de aula, uma briga que foi resumida a livros sendo atirados por uma loira enfurecida, e risos de uma morena se divertindo com o ataque de nervos da outra; sai e fui até meu armário.
Meus cabelos estavam todos bagunçados, e ao abrir o armário, procurei desesperadamente por uma escova de cabelo. Terminei de pentear-me e peguei meus livros.
-Nossa! Que babado foi essa, Cah? Você atacou a Angélica?! - Carmem veio seguida de Carolina, sua irmã. Irmã gêmea.
Eram uma graça! 
Cabelos enrolados e curtos, presos em duas partes, o que as dava um ar de brincalhonas, mas não tirava  a maturidade delas.
Descendentes de japoneses, os olhos puxados e a cara fofa, por falta de palavra. Eram, se não irmãs, minhas melhores amigas.
- Não não, ela que veio me chamando de 'nerdzinha", vocês sabem como odeio isso! - Dei uma risada, e fechei o armário. Continuamos caminhando até o ginásio. Próxima aula: Educação Física!
O tipo de aula que temos só para voltar para casa grudentas e nojentas. Não que eu não goste, para dizer a verdade, adoro até mais do que Artes, que, se não a melhor, minha matéria favorita.
- Oh, ok, dona valentona! - Carolina começou a rir, e nos pegamos na mesma situação: Risadas incontroláveis.



Angélica. (Diário de Catalina) Parte 1/ Apresentações

0 comentários

"Já não podia suportar o cheiro daquela menina!
Cheiro de falsidade.
Era o tipo de patricinha que nenhuma menina gostava de ter ao seu lado. Somente as mesmas patricinhas, que tinham o mesmo sangue sujo e insuportável, que dividiam o mesmo corante para pintar seus cabelos.
Insuportável, detestável pelo humanidade escolar, egoísta, e , acima de tudo, falsidade.
Era as melhores palavras que se podiam usar para denominar aquela menina.
O que fez comigo? Muitas coisas. De xingamentos, humilhações,à pedidos de cola na escola, no meio de uma prova, nas quais me deixaram em maus lençóis.
Sentada, calma em meu lugar, simplesmente copiando o dever de matemática, nada mais. Nada de interessante. Uma menina normal, com seus deveres normais. Até chegar Angélica, que de anjo não tinha nada.
E eu era só eu. Só a Catalina. Nada mais.
Uma menina de cabelos ondulados e tamanho médio. Bonita, sim, bonita. Isso eu era concerteza. Olhos castanhos, e inteligente. 
Só mais uma Catalina nesse mundo. Só mais uma...
-Qualé, nerdzinha, tira essa tua cabeçona da frente, porra. - Senti uma batida em minha cabeça, e me virei com os olhos irritados, ameaçadores. 
Vi aquela cara branca, não que eu não fosse branca, mas aquela menina era do tipo branquela que nem se queimar conseguia; cabelos loiros, lisos, e curtos. E o ato de dar nojo de mascar o chiclete como se fosse uma vaca ( o que dela pro animal não tinha muita diferença). A típica patricinha de um típica escola. Nada de mais... Mas isso era um ultraje pra mim...
- Prefiro ser uma "nerdzinha" a ser uma tonta oxigenada! - Sorri maliciosa, e esperei para ver a cara de lesa dela, tentando entender o que eu disse.
- Quem é... EI!!! - ela deu um pulo da cadeira, e eu me virei, voltando a escrever os exercícios, para a professora não perceber que eu estava no meio daquele ataque de nervos..."


M. Catalina ₢ 


Só um texto pra descontrair esse blog, kkk. 
 >> Fique claro que essa é a Catalina u-u

Minha vida é uma confusão... Por sua culpa.

0 comentários

A confusão começou a fazer parte de mim.
Eu só pensava em você, e você dizia que sempre pensava em mim.
Dizia que me amava, que desde aquele beijo, a unica coisa que você queria era me ver de novo, e falar comigo, poder ouvir minha voz.
Mas depois você está se agarrando, literalmente, com uma menina especial pra mim. Uma grande amiga. 
Sem saber que eu te amava. ela me contou tudo. Sobre como aconteceu, e como os dois agora estavam juntos.
E você ainda dizia que me amava.
Outro dia teve uma briga, e eu estava irritada com você. Defendi o outro, mas indiretamente, defendi a você.
Você, depois, veio falar comigo. Eu estava triste, irritada, incomodada, de repente pensei tudo ser culpa minha.
Você disse que muitas pessoas me amavam, e que você também... Que era mais do que uma amizade.
Mas depois você disse que eu era sua melhor amiga. E eu pensei ser amor, só de amigos. e me desesperei porque eu não me sentia assim...
Perguntei pra você qual era o seu amor por mim. E você me respondeu que não sabia. Eu sempre fui em quem você mais confiou, e quem mais se preocupou, quem mais quis proteger, e quer.Não sabia porque ficava com outras meninas, porque dizia que as amava sem ser verdade... porque na verdade você amava somente a mim.
E foi nesse momento que algumas coisas se encaixaram... Mas nem tudo foi resolvido....
Eu percebi que a minha vida é uma confusão completa.



Uma menina...

0 comentários

Uma menina fazia tudo na casa dela, estudava, e tirava boas notas.
Sempre sorria quando via os pais, e mesmo não falando muito com eles, sempre os recebia feliz.
Era bonita, calma, mas mesmo assim falava muito com as suas amigas, e sempre tentava puxar algum assunto para conversar com os pais...
Mas eles nem ligavam....
Quando ia mostrar alguma nota boa, realmente boa, os pais a olhavam com cara de tédio, e nem ligavam, só falavam "Bom... " e depois se viravam para falar com sua irmã...
Sua irmã...
Era uma menina preguiçosa, que vivia vendo TV e não fazia nada em casa. Reclamava de tudo e todos e nem sorria. Gostava de mandar na casa, e se achar a dona daquele lugar, quando a mãe não estava.E vivia reclamando de sua irmã. Vivia falando os ruins dela, mas nunca via os ruins DELA.
A menina (que fazia tudo na casa) sempre foi a menos vista, a mais quieta, e que aparecia como uma aborrecente, mesmo sempre rindo, e fazendo tudo pelos pais, tal como eles não faziam por ela.
ElO nome dessa menina era Clara. O nome da irmã "perfeita" era Anna.


Clara, toda vez que se sentava na frente do computador, e conversava com os amigos, mexia no computador, sorria enfrente a ele, os pais chamavam de preguiçosa e inútil.
Enquanto Anna vivia com a cara fechada, reclamando da vida, e dormindo. Essa era a perfeita filha. Que fazia de tudo, e, oh, probezinha, tirava notas ruins, mas fazia cursos e mesmo assim NÃO melhorava.
Enquanto Clara não fazia reforço, e estudava, tirava boas notas, mas era considerada estúpida pela família.


Isso levou ela para a depressão.
Quando arranjou um namorado, não contou aos pais, nem a irmã, pois eles não a deixariam em paz, e, por experiência própria, não contava como se sentia, pois usariam suas palavras contra ela.
Tudo o que vivia na escola era guardado para ela, e seu sorriso só era verdadeiro com os amigos(as).
E assim ela viveu toda sua vida.


Depois que Anna saiu de casa, para fazer a faculdade, a mãe chorou dias, sentindo falta da unica filha que um dia lhe dera algum orgulho de ser mãe.
Clara deixou isso de lado, mas guardou as palavras no peito e na mente por muito tempo.
Continuava na mesma, sorrisos falsos, notas boas, trabalhos domésticos sendo completos somente por ela.
Quando Clara saiu de casa, a mãe deu uma festa, mas isso não foi tudo.
Anna, logo, chegou em casa: maltratada, com roxos por todo o corpo, e grávida, com dois filhos no colo.
A mãe se assustara, e perguntou o que tinha acontecido. Anna tinha se casado, com um gordo vagabundo, pois precisava de dinheiro, pois não conseguira um bom emprego, nem se sustentar, Fora violentada, e estrupada...
A mãe se indignou, e mandou a filha embora, pois já não sentia orgulho, e não podia a sustentar com aquilo.
Anna correu até a casa de Clara.


Quando a irmã soube do ocorrido, por mais que guardasse muito rancor pela irmã, muito ódio pela facilidade que ela tinha antes ganho na vida; a sustentou pois, agora, ela tinha visto que a irmã tinha ganho o que merecia de sua vida.
Clara a sustentou, e cuidou dos filhos dela, os aconchegou com braços maternos, e Anna viveu feliz ao lado dela. 
Mas Clara morreu...


A mãe não se importou, pois nunca soube do bem que a filha tinha feito, não chorou, nem entrou em depressão, foi ao velório por cortesia, pensando no que pensariam dela.
Mas Anna sofreu.
Chorou em cima do tumulo da irmã, e fez grandes homenagens a irmã...
Ela mudou...


Você já pensou a vida de uma pessoa assim? O que aconteceria? Pensou na tristeza que Clara sentia, e como foi boa em cuidar da pessoa que ela mais podia odiar no mundo? Percebeu como Anna mudou, como se transformou e mudou seu modo de pensar quanto a irmã mais nova? Notou que aquela mãe não era uma boa mãe? Pois é... Saiba que isso acontece em algum lugar, e nesse exato momento alguém deve se sentir como as 3 da história... Preste atenção no que os outros tem a dar, e nunca os esqueça ou julgue, pois você pode mudar por eles....