Inativa até o Natal... Ou para sempre.

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Bom dia.
Sim, aqui é de dia.
Bom... Entrei não autorizada no computador do meu pai para avisar quanto a minha inatividade, e do blog, claro, o que é mais importante que eu.
Vou explicar... Diz minha mãe. que eu estou muito malcriada, o que é mentira, pois eu abaixo a cabeça quando a vejo sempre, sendo educada e obediente, mas nmão vou tentar entender a mente de minha mãe...
No fim, pelo visto, ela decidiu tirar-me o computador. Como vocês já sabem, sou uma menininha de 12 anos que ainda não cuida do próprio nariz e tem que viver sob as regras da mãe, que sempre sabe de tudo...
Bem... No fim vou ficar sem o computador. Mas, relaxem, vou tentar entrar algumas vezes, não sei como, mas vou tentar, e postar algfumas coisinhas, como também mexer no meu tumblr (Evebody's
Fool) e no meu twitter (1bananinhafrita) como também falar com meus amigos.... A pergunta ainda é como.
Agradeço por vocês lerem meus textos... Eu ainda sou nova, tenho muito o que melhorar, tenho que ter muitas experiências, treinar descrições, e muuuito mais, mas eu chego lá...
Peço para não se esquecerem do mneu blog., ele virou muito pra mim.. Obrigada...

Um monstro....

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"E o dia que for mais conveniente para você, pode me matar. Tanto faz para todo mundo."

Eu não fui forte para suportar aquelas palavras.
Mil bombas atingindo meus coração, meu orgulho de mãe. Minha vida, encarando-me, com rosto sério e sem emoções, apenas indiferença quanto ao fato de morte.
Minha filha, com seu belo rosto, fitando-me demonicamente, fuzilando-me com o olhar.
Que orgulho eu poderia ter? Nenhum. 
Minha filha acreditando que poderia dizer tais palavras sem machucar o ego de alguém. Como eu podia achar que a menina ainda era uma ingênua criança?
E, em seu olhar, eu via os olhos de um matador.
De um monstro.
De uma pessoa igual ao pai.
De alguém que veio para esse mundo com objetivos puros, e que transformou o caminho em um simples dsejo: Morte, vingança, tristeza, confusão...
Um monstro...
Um demônio...

Doce realidade...

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Fui fadada ao sofrimento e à dor.
Sem amores verdadeiros, ou realistas.
Simples fantasias de uma menina..
Simples ilusões, simples luxúrias que me dava, pensando que sonhos se tornavam realidade.
Simplesmente enganada pela sociedade.
Dois lados em que eu não sei qual é o melhor:
Sonhos.
Tão perfeitos, tão simples, tão queridos. Obviamente o que queríamos da nossa vida, onde poderíamos viver sem problemas. Um mundo falso e inexistente. Que só vive na nossa cabeça.
Realidade.
Guerras, um mundo onde todos vivem, mas querem fugir. Fadado a torturas, a tristezas, a injustiças. Um lugar onde eu não quero estar.
E em qual deles se refugiar?
Na realidade...
Onde nenhuma mentira é descoberta facilmente, afinal, todos mentimos para nos salvar, todos temos dentro de nós o mentiroso para cada momento.
Tentando ouvir conselhos.
Decidindo quais os certos.
Uma vida remota e sem rumo.
Ah... Doce realidade...
Como eu te odeio...
... como não vivo sem você?

Mar de Fogo.

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Eu, sendo deixada, jogada, despedaçada, e esquecida; no mar, era bom. Pois desejos eram complementados. Desejavam minha morte, desejavam a minha dor, e a conseguiram.
Queimando em águas fundas, lembrando de poucas boas lembranças: beijos que colavam os meus lábios aos dele, que parecia fazer-nos dançar uma bela dança calorosa como o fogo.
Ele mal sabia quem eu era...
E agora, sim, afundando e desejando mais pela minha morte, chegando mais rapidamente, com o calor crescendo em mim.
Tinham descoberto-me, tinham punido-me pelo meu mal...
Lembrando-me das noites de prazer.
E do mesmo calor que em mim naquela noite, enrolada nos lençóis...
Como poderia esquecer?
Esquecer logo depois do vermelho, e dos gritos. 
Da dor.
Do medo.
Tudo, simplesmente tudo era simples de se ver...
...nos olhos angustiados e sem vida dele...
E agora no meu mar eu queimo... No meu mar de fogo....

Olá,

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bem, vocês já sabem quem eu sou, e não vou me apresentar de novo.
Pelo que vocês notaram, o blog mudou o design! 
Eu achei que ficou lindo, mas queria saber a opinião de vocês... Bem, um tópico de dois já foi.
A outra coisa que gostaria de falar, é sobre a história "A Alquimista".
Bem, devido ao meu medo de alguém roubar a minha ideia, eu não vou continuar a história até eu terminar de escrever-la... Quem sabe eu consiga terminar ela, e, então, eu publique. Um de meus sonhos é ter um livro publicado, mas tenho que batalhar muito para isso,e  não quero plágios...
Logo, eu já acho que dei muitas informações sobre a minha história, mas tem um detalhe que só os bons leitores vão ver como importante, e, que de fato, é. 
E, não, eu não vou contar que detalhe é esse.
Bem, o que eu quero dizer é: A história vai ficar parada até eu publicar esse livro, e espero conseguir... (Torçam por miiiim \õ/)
Obrigada pela atenção.
Att: 

A Alquimista (Parte 5)

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-Como você chegou em casa, tão rápido, se tinha ido pro outro lado do país? – Aquela pergunta já estava martelando em minha cabeça por um bom tempo. Desde que ele me abraçou, e eu me questionei o porquê de ele estar ali.
Estávamos hospedados em uma casa que ficava no meio do nada, onde podia ser seguro contra ladrões, mas nada seguro contra animais selvagens. Mas não tinha problema. Eu estava cansada, com fome e suja.
No momento meu corpo estava coberto pela toalha, e meus cabelos molhados pingavam água por onde eu passava. Jefferson estava quieto, vendo um livro. Eu não sabia de quê, mas no livro estava escrito algo como: αλχημεία
- Eu já sabia que precisava fazer isso. Não disse que era uma ordem?
- Você não vai me contar, né?
- Não. – Ele estava inquieto, e continuava lendo o livro, hesitante. Não entendida por que ele estava agindo assim. Não entendia nada. O motivo daquela viagem, nem nada.
Peguei minhas roupas, e me vesti, na frente dele. Ele estava direcionando o olhar para o livro mesmo, quais as probabilidades de ele me olhar?
Peguei a toalha, e sequei meus cabelos, depois penteando-os e prendendo-os em um rabo de cavalo. Olhei para ele, que continuava interessado no livro, e fui até o seu lado, logo sentando.
-O que está escrito na capa?
-Alquimia. Está escrito em...
-Grego.
-...isso. – Ele me olhou, como se estivesse impressionado, e logo suspirou, fazendo o ato mais estranho que eu jamais imaginaria que ele fosse fazer. Não naquele estado. -  Como você consegue ser tão linda a cada dia? -  Ele passou a mão pelo meu rosto, e eu senti o calor da palma dele. Corei ao ouvir o elogio, mas estranhei.
-Como?
Ele se aproximou mais de mim, os olhos fitando os meus, a testa pressionada a minha, os lábios a poucos centímetros de distância. – Eu disse que você fica mais linda a cada dia. Que desperdício...
-Desperdício de que?
-Beleza.
-Mas... Não entendo, eu...
-Não precisa entender nada. Só me diga que nunca vai me deixar.
-O que...? – Mal terminei a frase e o meu maior sonho foi realizado. Os lábios de Jefferson se uniam aos meus, em um beijo doce e carinhoso.
Era tão... bom.
Caímos na cama, e eu continuei beijando-o como se fosse a última vez que eu veria. Como se fosse a primeira vez que eu o conhecia.
A mão dele, passando pelos meus braços, e os lábios ainda colados aos meus, me esquentavam, e faziam com que eu me excitasse. Meus braços entrelaçados ao pescoço dele, os olhos fechados, só sentindo a situação, não vendo-a. Com uma mão eu acariciava os cabelos dele, e a outra levantava um pouco a camisa dele.
O que eu estava pensando? Eu não sabia ao certo. Estava emocionada em, enfim, ter conseguido o beijo que eu mais desejava em minha vida. Eu não podia parar.
E não parei.
E juro que aquela foi a melhor noite de minha vida...

A Alquimista (Parte 4)

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Eu já não sabia para onde estávamos indo.
A cada passo que ele dava, eu percebia uma mudança. Percebia um movimento. Uns mais rudes, outros mais delicados; como se Jefferson mudasse de emoções o tempo todo, como se não soubesse o que sentir, o que fazer, entre chorar ou continuar sério.
- Jeff... Tá tudo bem?
-Claro. Por que não estaria?
-Por nada... - Eu fui boba. Ele realmente não ia se culpar pelo fato de ter posto fogo em minha casa... Como ele tinha dito, eram ordens... - Foi ordem de quem?
-O quê?- Ele se virou e me encarou, sem entender. Nossos rostos se encontravam a centímetros de distância, e eu respirei fundo, ignorando, o máximo que eu podia, os meus desejos tolos.
-Quem mandou você queimar minha casa?
-Está ressentida? Alexa, isso já é passado, deixe pra lá!
-Jefferson! - A utilização do nome inteiro de Jeff atingiu até a mim. Não o chamava pelo nome desde que ele tinha decidido ir para fora da cidade, para estudar. Era burrice minha brigar com ele, afinal eu tinha 13 anos, e ele 16. Não queria deixá-lo preso a mim, mas eu não queria que ele fosse embora... -  Só... Me responda.
-Por que quer saber?
-Ah... Sei lá... Hãn... O fato de ter sido a minha casa e meus pais que ali foram consumidos em chamas? Não sei sabe...
-A sua ironia não mudou em nada.
-Você quem mudou. Eu continuo sendo eu mesma.
Ele bufou, e eu pude sentir o ar quente que tinha saído da boca dele em meu rosto. Fiquei encarando-o nos olhos, e ao mesmo tempo contemplando a beleza dele.
A muito tempo que eu não olhava direito para ele. Muito tempo que não notava os cabelos negros dele, que caiam sobre sua face, a pele morena. Os dentes eram tão brancos, que quando ele sorria, o sorriso se destacava. E eu achava lindo. O melhor sorriso de todos. O mais belo.
-Eu mudei... - Ele sussurrou, falando para si próprio. - Alexa... - Ele voltou os olhos pra mim, e eu fiz sinal para que ele continuasse. -  Em que eu mudei?
-Está mais rude, irritado... Não sorri mais. Não me suporta mais.... Eu fiz algo de errado pra irritar você? 
-Não. - Ele voltou a se virar e recomeçou a caminhar, dando-me as costas. - Se eu mudei não é problema seu.
-Viu... Grosso.
Ele suspirou, irritado, e eu revirei os olhos. Nada mais nele era como tinha que ser.